Minha Poesia
Minha poesia é só minha
É eu mesma devassada
Minha cara lavada
Mi nha roupa amassada
Meu suor e meu pranto
Meu sorriso e meu encanto
E um bocado de nostalgia
Não adianta interpretá-la
Tentar ver a minha alma
Ler das minhas mãos as linhas
Nem um racker nem ladrão
Pode ver meu coração
Por trás da minha poesia
Taise Santana 14/03/13
sexta-feira, 26 de julho de 2013
À noite
Gosto mesmo é da noite
Ela não tem a pretensão esnobe de ser imaculada como as manhãs
É noite é provida de pecado e escória
Não há espaço pra hipocrisia
As dores doem escancaradamente à noite
Na sua escuridão nada precisa se preocupar em se ocultar
Todos os gatos são pardos
A noite cheira a sexo e a cachaça barata
De noite a solidão impera
Agarrada a travesseiros úmidos
A boemia noturna é a unica fuga
A noite debocha da manhã
Pela sua tolice de tentar trazer a esperança
Noites são longas e densas
E não enganam ninguém
A humanidade roga por absolvição
A humanidade peca por vocação
A humanidade é brutalmente mais humana
À noite
Taise Santana, 26/07/2013
Gosto mesmo é da noite
Ela não tem a pretensão esnobe de ser imaculada como as manhãs
É noite é provida de pecado e escória
Não há espaço pra hipocrisia
As dores doem escancaradamente à noite
Na sua escuridão nada precisa se preocupar em se ocultar
Todos os gatos são pardos
A noite cheira a sexo e a cachaça barata
De noite a solidão impera
Agarrada a travesseiros úmidos
A boemia noturna é a unica fuga
A noite debocha da manhã
Pela sua tolice de tentar trazer a esperança
Noites são longas e densas
E não enganam ninguém
A humanidade roga por absolvição
A humanidade peca por vocação
A humanidade é brutalmente mais humana
À noite
Taise Santana, 26/07/2013
Manhãs
Não tenho um bom relacionamento com as manhãs
Elas me tiram abruptamente do conforto irreal no mundo dos sonhos
E tenho que me entregar a luz ofuscante da realidade que sempre esteve lá me esperando
Às vezes essa luz reflete nos meus olhos
Mas às vezes o efeito é inverso
Nem sempre gosto do que vejo pela janela
Nessas horas a penumbra se instaura
Só me resta aguardar ansiosamente pela noite para me entregar novamente aos sonhos
Na esperança de uma nova manhã
E uma nova paisagem na janela
Taise Santana, 26/07/2013
Não tenho um bom relacionamento com as manhãs
Elas me tiram abruptamente do conforto irreal no mundo dos sonhos
E tenho que me entregar a luz ofuscante da realidade que sempre esteve lá me esperando
Às vezes essa luz reflete nos meus olhos
Mas às vezes o efeito é inverso
Nem sempre gosto do que vejo pela janela
Nessas horas a penumbra se instaura
Só me resta aguardar ansiosamente pela noite para me entregar novamente aos sonhos
Na esperança de uma nova manhã
E uma nova paisagem na janela
Taise Santana, 26/07/2013
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