Não quero ser mais borboleta nem lagarta
Talvez sempre fui mesmo a leoa
Só que me perdi na savana
Pressionada por um mundo real que não era meu
Estava triste, melancólica, confusa e nem conseguia mais ser rebelde
Tentei mudar
Mas não consegui
Tentei entrar novamente no casulo
Mas ele era muito pequeno para a minha essência
Então hibernei sozinha
Me apegando a minha completa lucidez
Para não me perder na escuridão
Encontrei o medo, a covardia, a incerteza
Mas só eu mesma podia ser minha própria bússola e guia
E aí a leoa se descobriu
Na verdade era uma mulher
Que estava presa a um mundo de pesadelos
E para sair dele
Foi preciso uma ruptura
E finalmente me reencontreei
E que se danem os casulos!
Talvez sempre fui mesmo a leoa
Só que me perdi na savana
Pressionada por um mundo real que não era meu
Estava triste, melancólica, confusa e nem conseguia mais ser rebelde
Tentei mudar
Mas não consegui
Tentei entrar novamente no casulo
Mas ele era muito pequeno para a minha essência
Então hibernei sozinha
Me apegando a minha completa lucidez
Para não me perder na escuridão
Encontrei o medo, a covardia, a incerteza
Mas só eu mesma podia ser minha própria bússola e guia
E aí a leoa se descobriu
Na verdade era uma mulher
Que estava presa a um mundo de pesadelos
E para sair dele
Foi preciso uma ruptura
E finalmente me reencontreei
E que se danem os casulos!
Finalmente encontrei a paz
26/05/2011
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